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domingo, setembro 16, 2012

La cita II
- Ah, los brazos, también me duelen los dos.
- Pero, la mano...
- Me duelen las manos, los codos y el hombro izquierdo más que el derecho...
- ¿Y cómo te sientes precisamente?
- Me siento un poco mareado, quizá sea la fiebre que me costumbra afligir, y sin duda estoy exhausto.
- Pero, los pies...
- Me duelen los pies horrores, sin embargo menos que los tobillos y las piernas que, estas sí, sólo no duolen más que la tripa e la cabeza juntas.
- ¿El corazón?
- Este no lo siento.
- ¡La pucha, chico! Casi que me pusiste preocupado.   

quinta-feira, setembro 06, 2012


La cita
- Sí, me duele la espalda...
- Y toses a menudo?
- Solo cuando me duele la garganta.
- Te duele la garaganta, ahora?
- No... cof, cof, cof, cof, cof, cof, cof... ¡Sí, barbaridad!

sexta-feira, janeiro 21, 2011

sábado, dezembro 22, 2007

Conto de Natal
Entre um misantropo e um agente de saúde

– Vá embora, seu beócio!
– Eu te amo!

terça-feira, dezembro 18, 2007

Sobre utopia
Em O Cavaleiro Inexistente

"– E nosso séquito?
– Todos poderiam ser cidadãos da Curvaldia –responderam os moradores–, e terão conforme o que produzirem.
– Terei de considerar igual a mim este escudeiro, Gurdulu, que nem sabe se existe ou não?
– Até ele aprenderá... Nem nós sabíamos que estávamos no mundo... Também a existir se aprende..."
Todos juntos: Branca, Branca, Branca!...Fiiii Bum!

segunda-feira, novembro 19, 2007

Amambai, MS, 1987
Havia há muito, não falava mais com seu amigo imaginário. Não fosse os dias chuvosos, sequer o lembraria. Mas, quando a chuva, evocava, qual lembrança remota, sua presença silenciosa e cúmplice. Às vezes, inventava saudades e corria ao auto posto mais próximo para uma ducha rápida.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Local newspaper, Cunnecticut, 2005
Durante a primavera, George M., aposentado de 78 anos, gostava de passar as tardes amenas de New Haven avaliando, descalço e apenas de cueca, seu novo porcelanato. Ficava assim todo o tempo a procurar uma reunião de formigas pretas, sobre as quais debruçava toda atenção. Às vezes, parava curioso a dois centímetros dos artrópodes e proferia gravemente Abraããão...! Alegrava-se quando as via atordoadas ao sopro quente e repentino. À noite, sonhava com mariscos.